Jornada 29 – Tiki Taka Castro

We’re back, bitches. E quando dizemos “back” falamos de vitórias em clássicos, já a parte do “bitches”, cada qual sabe de si, não é verdade? Um episódio com salpicos de intensa estupidez, entre imitações do presidente mais “emo” dos últimos cem anos, passando por anedotas mexicanas, desculpas de super-guerreiros, eleições super-antecipadas e uma irritação sobre o Hernâni e o Otávio. Tudo, ou quase tudo, sobre o último FC Porto vs Sporting e um bocadichinho sobre o jogo contra o Braga e o Paulinho no Nebraska. Ou perto disso.


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7 opiniões sobre “Jornada 29 – Tiki Taka Castro

  1. Viva Cavanis!

    Sendo meu objetivo responder ao repto lançado pelo Silva, não posso deixar de falar no enorme elefante na sala.

    Meus amigos, como é possível passar 20 minutos a falar do Oliver depois de 2 jogos em que SO fez, em cada um deles, o jogo que esperamos que o Oliver seja um dia capaz de fazer?! ( e eu sou daqueles que acredita que Oliver tem potencial para isso).

    Afinal o tal 8 , que também pode ser 6 ou 10, por quem anda meia nação Portista a suspirar desde o início da época, sempre esteve no nosso plantel.

    Posto isto, vamos agora à batata quente ( não vai ser fácil).

    Nos minutos finais do clássico, o Jesus recorreu à táctica em que realmente é mestre, o “pontapé para a frente e fé em Deus”.
    Aí SC pensou: tiro um avançado e meto um trinco,4-3-3 clássico, Danilo! chega aqui (eish!)…vai ter de ser o Reyes (ups, já está a jogar)…humm meto o Marcano e subo o Re..( aaahhhh grrrr).

    O futebol não obedece às leis da física clássica, terá de ser pensado mais sobre uma perspetiva quântica…as alterações que um treinador faça durante um jogo não levam a um resultado mas a uma probabilidade.

    Assim, o treinador terá de jogar com o risco.

    “O SC preferiu permitir que o jogo se partisse em vez de tentar controlá-lo através da posse”, é verdade.

    A posse preconizada neste contexto foi o de uma posse de equipa madura, a posse sem balizas.

    Esse tipo de posse também não faz desaparecer o risco, apenas o poderá diminuir, e tanto mais o diminuirá quanto mais estiver rotinada.

    SC, sabe disso tão bem, ou melhor que nós. No entanto optou por não ir por aí.
    Para tentar perceber porque não foi por aí, terei de especular um bocado (ou bastante).
    A especulação mais fácil e imediata é que a equipa ainda não está preparada para isso.

    Não está preparada porque não tem tempo. Treinam juntos à pouco tempo ( 6 ou 7 meses), têm pouco tempo para treinar ( jogos de 3 em 3 dias) e treinam muitas muitas coisas ( como se vê pela enorme diversidade do nosso futebol, ou ” dos nossos futebóis”).

    Irá estar, este Porto de SC, alguma vez preparado para essa posse?

    (Bom, aqui a especulação poderá assumir proporções quiméricas, mas pelo menos tu, Silva, vais ter de me acompanhar até ao fim, nem que seja pelo karma).

    E, chegado a este ponto, tenho “mixed feelings”.

    Por um lado, já há vários meses defendo como tese (provavelmente estúpida e, seguramente, estapafúrdia) que o SC quer a equipa preparada para jogar todos os “futebóis” que há no mundo e que já existiram na sua história. E aí a reposta seria sim, com o tempo iremos ver isso a acontecer.

    Por outro lado, essa posse em especifico, significa que a equipa durante os minutos finais de um jogo em que o resultado nos seja favorável, jogue não em função da baliza (do golo) mas sim em função do tempo.
    Por aquilo que vou vendo do Sérgio, isso seria quase contra-natura, terá de se superar a si mesmo para aceitar essa opção. Tornar-se mais calculista.Chego a temer que esse processo, a acontecer, possa ter alguns resultados nefastos no futebol ou ” futebóis” de SC.

    Assim, no último clássico SC, entre todos os riscos porque poderia optar, resolveu aceitar o risco que o jogo se partisse. Pondo como contraproposta ao adversário, que este se habilitasse a sair desses momentos finais do jogo com mais 2 ou 3 golos sofridos.

    E ainda aqui, nestes momentos finais do jogo, o Porto foi muito superior ao adversário, pois as duas grandes oportunidades ( e através de um futebol ” jogado”, isto é: com pés e cabeça )
    pertenceram ao Porto, e só não foram mais notórias porque o Hernani, depois de a bola lhe ter sido endossada, ter a tomada de decisão de um brinca n’areia de 12 anos. ( e ainda assim não defendo que o Hernani deva ser deportado para a Sibéria, atenção!).

    Dizer ainda que concordo com o Bertochini quando diz que se nota uma certa ansiedade no SC durante os jogos, e o perigo que isso pode representar. Espero que os próprios jogadores aprendam a conviver com isso. Pois cada vez mais me parece, que sem toda essa excentricidade no banco, o SC se arrisca a começar uma Flash Interview com duas cabeçadas no jornalista só porque sim. “Anger management” no fundo.

    Desculpem esta longa posta.

    Ouvir-vos desta vez tirou-me do sério ( principalmente o Silva mas também o Vassalo) e também por isso, muito obrigado.

    Espero ter conseguido pelo menos aflorar o repto que nos foi proposto, se não é porque não entendo mesmo nada do que o Silva diz (o que é bastante provável :))) ).

    Abraços.

    P.S.- relendo o texto apercebi-me que ele é a espaços tremendamente confuso, daí editá-lo.

  2. Viva de novo!

    Quanto às substituições e à aparente salgalhada ( vai o Corona para o meio…sai Corona entra Octávio, no meio…sai Brahimi entra Hernani…fica Octávio à esquerda e Hernani á direita…ou talvez Marega à direita e Hernani a 9,5).

    Esse já não se saber bem se era 424, 433 ou 442, resulta em meu entender em mexidas no desenho táctico do sporting a que SC respondia de modo a manter o Porto equilibrado. Na verdade, ainda não me dei ao trabalho de ver que substituições o Jesus fez, de modo a confirmar isto que disse.

    A única certeza é que o Porto refrescou o ataque.

    Um abraço!

  3. E Viva mais uma vez!

    Já para não falar em SO, cujo historial na época todos conhecemos, basta lembra Corona que passou de não convocado em Moreira para convocado em Braga.

    Não entendo com a não convocação de Waris e Paulinho possa provocar qualquer surpresa ou sururu.

    O plantel é extenso e SC sempre disse que conta com todos.

    Abraço.

  4. Na minha modéstia opinião, o 3º médio do porto (o mais avançado) não é bem um médio e muito menos um 10. É um falso médio que tem de poder ser 2º avançado e jogar bem entre linhas sob pressão. Ou seja, tudo o que o Oliver não é, porque não é rápido a decidir, não joga bem em espaços curtos e não tem grande presença na area. Já o Otávio é provavelmente o médio do plantel que está mais perto de cumprir estes predicados. Hoje (com o Chaves) vimos um pouco disso.

    Sobre o facto do otavio vir de lesão, não acho que isso seja argumento para não entrar. Muito menos por haver alguém que possa ter prioridade por não ter estado lesionado. Os reforços, por essa perspectiva, só podem jogar lá para Maio… senão alguém vai ficar ofendido.

    Por vezes não entendo também a estratégia global do SC. E tive também essa sensação de que a dado momento a equipa passou mais tempo a adaptar-se as mudanças do que a jogar à bola. A minha leitura é que mais do que um treinador de estratégia (tipo mourinho que já traçou todos os cenários possíveis e já tem todas as opções estudadas para cada momento) o SC é um treinador que traça uma estratégia inicial e vai decidindo conforme o que vê em campo. E isso explica muito as tais mudanças em catadupa. O jogo mudou, o adversário mudou… ele foi mudando também.

    Sobre a gestão do plantel, também vou tendo as minhas discordâncias. Mas depois penso na união que vemos no grupo, no rendimento que conseguiu extrair de gajos que achávamos não ter qualidade para jogar no Porto e nos resultados e fico a achar que provavelmente ele estará a fazer a fazer alguma coisa bem. Acho mesmo que a forma como gere o plantel é uma das principais razões para o nosso sucesso até agora.

  5. Oi! Já nem digo Viva…

    Desculpem não desamparar de uma vez por todas esta caixa de comentários…( deste Cavani em particular, claro).

    Ainda o jogo da taça… o meter o Otávio, no meio, em vez do Oliver, permitia-lhe voltar ao 442 se tivesse necessidade disso…ou seja, não cair em qualquer engodo que o Jesus pudesse estar a criar…( acho).

    Sei que não foi um repto mas quase um apelo…e espero sinceramente que possa ter servido de algo estas tentativas de explicação…

    Um grande abraço aos três.

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