Jornada Especial Champions 2017/18 #5 – Ricardo, o mesquinho

Um episódio gravado logo depois do jogo contra o Besiktas, em que a exibição da equipa foi analisada com a eloquência do costume e onde constatámos várias coisas: o Sérgio não ouve o Cavani, o Silva é o maior e o Ricardo é mesquinho. Todos por motivos diferentes, claro está! Olhamos também para o jogo que aí vem nas Aves e o que pode significar para o resto da época.


Quem quiser continuar a ouvir pelo site, tranquilo, é só usar o leitor que está embutido no post de cada episódio. Quem ouvir usando uma app, seja iTunes, Podcast Addict, Pocket Casts, Podcast Republic ou tantas outras que por aí andam, pode encontrar o Cavani aqui:

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4 opiniões sobre “Jornada Especial Champions 2017/18 #5 – Ricardo, o mesquinho

  1. Boa tarde Cavanis,

    Começando pelo vosso tema inicial, acho as palavras do NGP lamentáveis e perfeitamente escusadas!

    Sobre o jogo, fiquei lixado. Fiquei porque embora não partilhando do sentimento do Silva, estava a contar ganhar. E depois da primeira parte ter sido boa, pensei mesmo que íamos arrumar isto.
    Mas ok. Não foi mau. Num estádio incrível onde a equipa da casa joga com 12! Aquilo sim são 12!Além disso tinham o Erdogan na bancada!😁
    E também fiquei lixado porque acho que o SC podia ter feito mais e melhor!
    Melhor o resultado que a exibição principalmente a da 2a parte! Saímos vivos e com o Dragão cheio vamos passar. E por tradição, o FCP na champions dá-se melhor a jogar primeiro em casa. Logo, bem-vindo 2o lugar!😁
    Na última jornada vamos ganhar assim como o Leipzig!

    O Zenit foi em 2012/13. Em 11/12 passamos e jogamos contra o Málaga onde fomos injustamente eliminados. Julgo não estar errado.

    No início da época, ainda antes do sorteio da champions, ouvi e li muita gente dizer que na champions íamos ser humilhados! Por isso é que entre o 8 e o 80, há o 44 por exemplo!
    Agora, no que me diz respeito, se pensava que íamos estar assim? Menos. Um pouco menos. Principalmente no campeonato!

    Na Vila das Aves, é ganhar! Afinar a mira do Dragão e mandar logo 2 balas bem cedo! Assim pode vir o padre que quiserem! Até pode ser o Diabo de Gaia ou o Parvinho!
    Jogo muito importante! Mesmo muito!
    Ganhando temos possibilidade de deixar os mouros a 8! Será a primeira facada. Com sorte será num rim e pumba! Porrada velha no Seixal.

    Minha equipa:
    Casillas
    Ricardo Felipe Marcano e Alex
    Danilo Herrera
    Corona Oliver Brahimi
    Abou

    Off Topic
    Para quem fala na falta de não sei o quê no Oliver, ontem um amigo lembrou-se de um jogo no Gil Vicente em que ganhamos 5-1 na primeira época do Lopetegui. Relvado miserável e encharcado. Jogão de quem? Pois.

    Abraço aos Cavanis

  2. Viva Cavanis!

    Quando há uns cavanis atrás o Silva alertou para o facto de, devido ao futebol de vertigem que a nossa equipa praticava, esta poder vir a dar o ” estouro”, essa possibilidade pareceu-me bastante provável ( ainda o é, na verdade).

    Também me parece que houve menos “vertigem” nestes últimos dois jogos ( Portimonense e Besiktas).

    Tem sido com grande prazer que tenho acompanhado o trabalho de SC no Porto. Já assistimos a muito e variado futebol, sem se conseguir ainda colar claramente um futebol ao nosso jogo (mas antes vários).

    Embora o modelo esteja mais ou menos definido, a forma como este se desenrola em cada jogo varia de acordo com a estratégia assumida para esse jogo (também por isso os diferentes elencos a meio-campo).

    Estratégia. É uma palavra que ouço há alguns anos aplicada ao futebol, mas nunca como neste, me foi tão fácil julgar percebê-la e julgá-la presente.
    O SC tem estado a aplicá-la, na CL, prescindindo de uma posse demorada de bola (períodos em que a bola é constantemente do adversário, entrecortados com períodos em que esta é dividida). Têm lutado bem Capoeira.

    Também, como a vocês, me preocupa um pouco, e me questiono sobre a incapacidade do nosso meio-campo em reter a bola (aqui e ali, durante os jogos, já o vão fazendo, mas sempre de uma forma discreta, um ou outro oásis durante os jogos, sem a consistência da continuidade de um período ). E sim, os jogadores parecem sentir-se pouco confortáveis com a ideia de a aquipa ficar com a bola durante mais do que um pensamento.

    Mas continuo a acreditar e a esperar que, com o tempo, também isso estará presente no nosso jogo, e que irá variar de acordo com o maestro ( Oliver, Herrera ou SO).

    Como a posta já vai longa, aproveito para me despedir dos três com um abraço e obrigado pelo serviço público 😉 .

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